HISTÓRICO

Desde que o poder público passou a considerar a influência da sociedade civil nas tomadas de decisão, as relações governamentais ganharam novas configurações. Um bom exemplo o país viveu com a Assembleia Nacional Constituinte, quando a democracia abriu espaço para o debate, chamando à participação setores nunca prestigiados pela esfera federal. Também faz mais de duas décadas que a economia brasileira se abriu completamente, recebendo empresas estrangeiras sem quaisquer barreiras. Todas essas modificações na vida nacional tornaram o processo de participação muito mais complexo.

A Anima Legis firmava raízes em Brasília nessa época, e acompanhou proximamente os movimentos do Legislativo na construção da nova carta magna, observando e aprendendo a dinâmica do Congresso Nacional, e como se relacionava com o Executivo e o Judiciário, com todos os entes federados e com os novos grupos influentes do Brasil. A forma de relacionamento entre os diversos agentes econômicos e o governo, incluídas nesse conjunto as empresas estatais, também se aprimorou e mais uma vez a Anima Legis presenciou e aprendeu com esse processo.

Na democracia, é indispensável que as decisões sejam tomadas em acordo com regras pré-estabelecidas de modo transparente, ético. Mas conquistam seus objetivos os que estiverem melhor assessorados para saber agir.

Hoje, com toda essa vivência, somos aptos a conduzir projetos nas áreas política e econômica, colaborando desde a formulação da proposta à sua tramitação, assessorando continuamente nossos clientes, trabalhando pelo sucesso de toda iniciativa que vise o bem comum.